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“ A simplicidade marque cada aspecto da educação”. “Tornar nossos jovens úteis para serem missionários”. E.W |
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Em meados de julho de 1998 surgiu no coração de um homem um sonho, que para muitos era loucura, mas para Deus era um chamado para realizar uma obra maravilhosa. Sentia o desejo de construir um Colégio para oferecer mais uma opção de estudos para os jovens cristãos que almejavam um lugar especial para viver, estudar e ter comunhão com nosso Deus. Um lugar simples, onde os próprios alunos pudessem participar da construção; um lugar onde professores e funcionários fossem cristãos e tivessem o mesmo ideal: resgatar nossos jovens e prepará-los não só para esta vida mas principalmente para a vida eterna. “Era hora de almoço e o Conrado estava lendo. Geralmente neste horário sempre lia o jornal, mas naquele dia sentiu um desejo muito grande de ler o livro Testemunhos Seletos, vol.II de Ellen White, uma escritora cristã. O título “ A Reforma Industrial” lhe chamou atenção. O que será que ela estaria escrevendo sobre este assunto.
Ficou surpreso ao ver que mencionava tudo o que ele havia imaginado..., sonhado naquela noite, sem nunca sequer ter lido aquele livro.
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engrandecer as leis morais de Deus e dos homens; dar oportunidade a alunos que queiram trabalhar por seus estudos; ensinar sociabilidade e cortesia cristã, formando caráter útil e feliz; na edificação, na mobília, bem como em todo aspecto de sua direção, exercer a mais estrita economia, ensinando simplicidade, utilidade, economia e parcimônia; ...” Test. Sel. Vol II, pgs 435—462 Sentiu em seu coração que era um chamado de Deus para realizar esta grande tarefa. Naquele mesmo momento ajoelhou-se e aceitou o chamado. Próxima etapa convencer-me de que não era uma loucura, e sim um chamado de Deus. Relutei no início mas resolvi |

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abraçar esta causa tão nobre. O apoio e o incentivo familiar foi muito importante. Faço uma menção especial à minha sogra, Eunice Soares Oehninger, que desde início nos auxiliou em todos os detalhes e hoje quando vemos o jardim tão lindo e formado, lembramos da “Vó Nice” que com tanto carinho plantou árvores e flores. |
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O sonho foi colocado no papel em forma de projeto para aprovação dos órgãos competentes. Em 21 de maio de 1999, foi lançada a pedra fundamental do IEMS. Em dezembro deste mesmo ano chegaram 50 alunos bolsistas, com o desejo de serem pioneiros em pleno século XXI. Em março de 2000 iniciaram as aulas do Ensino Fundamental e Médio totalizando 156 alunos. Neste mesmo ano formaram-se 23 alunos do Ensino fundamental e 10 alunos no Ensino Médio. Deus foi a frente em todos os detalhes. As bênçãos somam-se diariamente. Com a graça de Deus já formaram-se 114 alunos no Ensino Fundamental, 158 no Ensino Médio e 14 na Educação Profissional Técnico em Enfermagem. Mas o que mais nos emociona e nos impulsiona a prosseguirmos nesta obra é vermos e presenciarmos mudanças de vida. Já somam 58 batismos. É difícil compreendermos, no mundo capitalista em que vivemos, que alguém faça um empreendimento não visando lucro. Porém, não adianta nada ganharmos o mundo inteiro se não fizermos nada para Deus.
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Sentimo-nos honrados e felizes por Deus nos chamar para realizarmos esta tão nobre tarefa. Muitas vezes o medo nos assombra..., mas... “se Deus é por nós, quem será contra nós?” Profª Ruth B. de Mello Oehninger—Documentadora e Markketing |



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Filho de portugueses, nasceu nas Ilhas das Bermudas, Reino Unido. Morou em Loma Linda, EUA, até o ano de 1927. Teve o grande privilégio de conhecer pessoalmente a irmã Ellen White. Veio para o Brasil em 1928 com o objetivo de ser missionário e foi estudar no antigo CAB, hoje UNASP I. Lá como bolsista integral trabalhou como padeiro, barbeiro, fez destoca... Em 1930 casou-se com Ruth Pereira. Tiveram 4 filhos. Eunice (mãe do Conrado, falecida), Tércio, Onésimo e Rubens (falecido). Teve 17 netos e o prazer de conhecer 2 bisnetos. Começou a trabalhar na Obra Adventista como Diretor de Colportagem da Associação Paulista. Ocupou esse cargo por oito anos e foi chamado para a União Sul Brasileira para ocupar o mesmo cargo, que na época tinha sede na capital paulista, ficando mais oito anos. Foi chamado para o Ministério de Pastor Distrital em Presidente Prudente e Araçatuba—SP, Curitiba, Apucarana, Sertãozinho, Maringá, Cruzeiro d’ Oeste e Jacarezinho—PR. Depois de ter servido a Obra Adventista por 40 anos, foi jubilado em 1970. Foi então morar na cidade de Penápolis, SP. Mesmo jubilado não deixou de trabalhar para Cristo. Tinha o sonho de construir uma Igreja naquela cidade e trabalhou intensamente até vê-lo realizado. Em 1979, após 50 anos de convivência conjugal, ficou viúvo. Em 19 de novembro de 1986, o coração deste pioneiro parou de pulsar para, pelo poder salvador da graça de Cristo, voltar à vida na manhã da ressurreição
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1905—1979 |
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1905—1986 |
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Engrandecer as leis morais de Deus e dos homens.
Proporcionar mensalidades acessíveis.
Dar oportunidade a alunos de menor poder aquisitivo que queiram trabalhar para custear seus estudos.
Ensinar a sociabilidade e cortesia cristã, formando caráter útil e feliz.
Usar indústria e agricultura como parte da obra educativa, dando maior resistência física e mental aos alunos.
Os próprios alunos devem erigir os prédios da escola, aprendendo lições práticas de como construir economicamente.
Não empreender obras grandes e dispendiosas, aplicando o dinheiro em novos terrenos e novas escolas com construções simples.
Nossos princípios estão baseados nos escritos de Ellen G. White . Testemunhos Seletos, pgs 435, 436, 443, 445, 454, 456 e 462 |

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Para falar conosco: |
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“...não devemos deixar as indústrias como parte da obra educativa”. “ Os próprios alunos devem erigir os prédios da escola aprendendo a construir economicamente .” “ Não devemos depender de frutas e verduras importadas”. “... tais alunos formados nestas escolas seriam missionários mais influentes.” Esta Escola deveria ter como princípios: |